FAQ2019-03-08T16:12:56+00:00

Perguntas & Respostas Frequentes

A Casa do Pequeno Cidadão é mantida pela Paróquia Nossa Senhora de Fátima – Vila Leopoldina?2019-01-29T20:30:59+00:00

Não. A Paróquia teve um papel fundamental na construção da Casa e até hoje sempre nos ajudou a divulgar o nosso trabalho. Mas nos mantemos única e exclusivamente através de doações, eventos beneficentes organizados pela própria Casa, colaboradores mensais por meio de boletos, digitação da Nota Fiscal Paulista e parcerias com projetos como Benefício de Alimentação através da Fundação Salvador Arena, entre outros parceiros que fazem doações semanais e/ou mensais.

A Casa é um Orfanato?2019-01-29T20:31:46+00:00

Não. Geralmente nenhum dos casos encaminhados para os serviços de acolhimento são de crianças/adolescentes órfãos. Pelo contrário, a maioria além de ter pai e/ou mãe presentes (família de origem) também possuem uma rede parental de familiares como tios e avós (família extensa). Por isso, de acordo com a legislação o termo ORFANATO não é mais utilizado, foi substituído por SAICA – Serviço de Acolhimento Institucional para Crianças e Adolescentes.

Francisco Palomo – Manutenção geral da Casa2019-02-28T22:23:02+00:00

sr-francisco-voluntarioO Sr Francisco exerceu durante trinta e seis anos no Departamento de Engenharia e Projetos os serviços de instalações mecânicas. Aposentado, iniciou suas atividades há seis anos na Casa do Pequeno Cidadão e se destaca em sua assiduidade, pontualidade, responsabilidade, prontidão. Tem um maravilhoso convívio com todos da Casa, desde as crianças até a Diretoria. Sempre agradecemos a ele pois não deixa que nada permaneça quebrado, faz consertos milagrosos.

Ao chegar `a casa, a primeira visita é de preferência a Jesus, em nossa capela e ali permanece silenciosamente. Com certeza é na presença Divina que ele se renova. Seria impossível enumerar os vários trabalhos realizados por ele. A nossa Casa sem este voluntário não teria a mesma beleza para a qual nos chama tanto a atenção. Que Deus lhe recompense sempre por este amor maior que é de compartilhamento.

Luiz Fernando Henry Sant’Anna – Advogado e Aulas de Reforço2019-02-28T22:22:33+00:00

Tenho para mim que o abrigo e um lugar abençoado que procura cumprir essa sua missão (pelo que sei, idealizada pelo nosso Padre Tarcisio e abraçada pela comunidade) de ajudar o próximo, personificado em um dos grupos mais indefesos que há em nosso meio: crianças abandonadas ou vítimas de maus tratos.

Na verdade observei e aprendi que essa missão é realizada de forma abnegada pelas pessoas da diretoria e pelos funcionários e colaboradores que se dedicam muito seriamente e com muito amor.

Aproximei-me do abrigo graças ao amor da minha vida, minha amada esposa Cely que, mesmo se recuperando de um AVC, encontrava tempo para ajudar quem estivesse por perto.

Assim ela descobriu abrigo e identificou uma necessidade de uma das crianças com dificuldade de locomoção. Encontrou um jeito de “dividir” sua fisioterapeuta para ajudar a pequenina Heleninha a dar seus primeiros passinhos. Hoje ela corre e gira por ai livremente graças a Deus.

Quando minha esposa foi para junto de Deus, deixou em mim essa semente de tentar ser um pouco útil.

Aproximei-me do abrigo a convite da irmã Eliete e desde então tenho procurado ajudar em pequenas coisas dentro das minhas muitas limitações de tempo e capacidade.

Na verdade, muito pequenas coisas pois, ao longo de quase dois anos , descobri o imenso trabalho que é feito pelos pessoas que trabalham e colaboram com a casa em tempo praticamente integral.

Poucos sabem das preocupações e os esforços realizado no dia-a-dia da instituição para poder recolher fundos e recursos para pagar as contas e salários e ainda administrar a instituição.

Também nao sabem e não vêem a dedicação das educadoras e funcionários no cuidado direto com as crianças, tratando como se fossem suas, muitas vezes abrindo mão de tempo de suas proprias casas e famílias.

Além disso vi pessoas também anônimas que dedicam seu tempo para cuidar de necessidades e consertar tudo em uma casa onde moram, dormem, se alimentam, estudam, brincam mais de 20 crianças. Nao é uma familia pequena.

Vi pessoas que se interessam por estudar e preparar e documentar os momentos de vida dos pequenos que certamente não terão ninguem no mundo para no futuro contar como eram na sua infância, quando começaram a andar, o primeiro machucado, as primeiras palavras.

Vi pessoas recebendo crianças em suas casas e família para dividir momentos de convivência e carinho.

Vi pessoas oferecendo-se para atividades e ofecerendo com carinho diversas coisas grandes e pequenas que fazem parte da vivência de um lar como, por exemplo, a pizza de sexta-feira à noite.

Vi enfim pessoas, administradores, colaboradores e voluntários, levarem a cargo funções da maior responsabilidade possivel, que é cuidar da guarda e do desdino de vida desses pequeninos procurando ainda transmitir valores e sentimentos que os preparem para o mundo la fora.

Ainda assim essas pessoas realizam suas missões sem demonstrar sentir nenhum peso nos ombros.

Acredito que nada disso seria possivel sem a presença do
Espírito Santo e por isso só posso dizer que sou feliz e grato a Deus por ter tido a oportunidade de conhecer um pouco essa casa e as pessoas que nela vivem e trabalham.

Porque as crianças/adolescentes estão aqui?2019-01-29T20:32:19+00:00

Todos os acolhidos que moram aqui, independente de sexo e idade, são encaminhados pela Vara da Infância e da Juventude da Lapa. Eles são acolhidos com uma medida protetiva, pelos mais diversos motivos: maus tratos, negligência, abandono ou por qualquer outra situação de risco pessoal e social em que os seus Direitos (da Criança e do Adolescente) tenham sido violados.