Voluntariado 2019-03-08T16:23:39+00:00

Equipe de Voluntários

Dr. Paulo Huvos Pediatra
Dr. Maria Isabel Tavares Aguiar Cirurgiã Dentista
Luis Claudio Rizzi Reforço Escolar
Cristina Maria Lopes Ferraz Pais Reforço Escolar
Antonia Oliveira Ferreira Ajuste de roupas
Demi Dora L. Morais Auxiliar de Cozinha
Dra. Cristina Perez Saad Dermatologista
Francisco Palomo Manutenção geral da Casa

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Depoimentos

Francisco Palomo – Manutenção geral da Casa 2019-02-28T22:23:02+00:00

sr-francisco-voluntarioO Sr Francisco exerceu durante trinta e seis anos no Departamento de Engenharia e Projetos os serviços de instalações mecânicas. Aposentado, iniciou suas atividades há seis anos na Casa do Pequeno Cidadão e se destaca em sua assiduidade, pontualidade, responsabilidade, prontidão. Tem um maravilhoso convívio com todos da Casa, desde as crianças até a Diretoria. Sempre agradecemos a ele pois não deixa que nada permaneça quebrado, faz consertos milagrosos.

Ao chegar `a casa, a primeira visita é de preferência a Jesus, em nossa capela e ali permanece silenciosamente. Com certeza é na presença Divina que ele se renova. Seria impossível enumerar os vários trabalhos realizados por ele. A nossa Casa sem este voluntário não teria a mesma beleza para a qual nos chama tanto a atenção. Que Deus lhe recompense sempre por este amor maior que é de compartilhamento.

Luiz Fernando Henry Sant’Anna – Advogado e Aulas de Reforço 2019-02-28T22:22:33+00:00

Tenho para mim que o abrigo e um lugar abençoado que procura cumprir essa sua missão (pelo que sei, idealizada pelo nosso Padre Tarcisio e abraçada pela comunidade) de ajudar o próximo, personificado em um dos grupos mais indefesos que há em nosso meio: crianças abandonadas ou vítimas de maus tratos.

Na verdade observei e aprendi que essa missão é realizada de forma abnegada pelas pessoas da diretoria e pelos funcionários e colaboradores que se dedicam muito seriamente e com muito amor.

Aproximei-me do abrigo graças ao amor da minha vida, minha amada esposa Cely que, mesmo se recuperando de um AVC, encontrava tempo para ajudar quem estivesse por perto.

Assim ela descobriu abrigo e identificou uma necessidade de uma das crianças com dificuldade de locomoção. Encontrou um jeito de “dividir” sua fisioterapeuta para ajudar a pequenina Heleninha a dar seus primeiros passinhos. Hoje ela corre e gira por ai livremente graças a Deus.

Quando minha esposa foi para junto de Deus, deixou em mim essa semente de tentar ser um pouco útil.

Aproximei-me do abrigo a convite da irmã Eliete e desde então tenho procurado ajudar em pequenas coisas dentro das minhas muitas limitações de tempo e capacidade.

Na verdade, muito pequenas coisas pois, ao longo de quase dois anos , descobri o imenso trabalho que é feito pelos pessoas que trabalham e colaboram com a casa em tempo praticamente integral.

Poucos sabem das preocupações e os esforços realizado no dia-a-dia da instituição para poder recolher fundos e recursos para pagar as contas e salários e ainda administrar a instituição.

Também nao sabem e não vêem a dedicação das educadoras e funcionários no cuidado direto com as crianças, tratando como se fossem suas, muitas vezes abrindo mão de tempo de suas proprias casas e famílias.

Além disso vi pessoas também anônimas que dedicam seu tempo para cuidar de necessidades e consertar tudo em uma casa onde moram, dormem, se alimentam, estudam, brincam mais de 20 crianças. Nao é uma familia pequena.

Vi pessoas que se interessam por estudar e preparar e documentar os momentos de vida dos pequenos que certamente não terão ninguem no mundo para no futuro contar como eram na sua infância, quando começaram a andar, o primeiro machucado, as primeiras palavras.

Vi pessoas recebendo crianças em suas casas e família para dividir momentos de convivência e carinho.

Vi pessoas oferecendo-se para atividades e ofecerendo com carinho diversas coisas grandes e pequenas que fazem parte da vivência de um lar como, por exemplo, a pizza de sexta-feira à noite.

Vi enfim pessoas, administradores, colaboradores e voluntários, levarem a cargo funções da maior responsabilidade possivel, que é cuidar da guarda e do desdino de vida desses pequeninos procurando ainda transmitir valores e sentimentos que os preparem para o mundo la fora.

Ainda assim essas pessoas realizam suas missões sem demonstrar sentir nenhum peso nos ombros.

Acredito que nada disso seria possivel sem a presença do
Espírito Santo e por isso só posso dizer que sou feliz e grato a Deus por ter tido a oportunidade de conhecer um pouco essa casa e as pessoas que nela vivem e trabalham.

Manual do Voluntário

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